sexta-feira, 13 de novembro de 2009

História da Esferográfica


Canetas esferográficas ou esferográficas são um tipo de caneta cuja tinta humedece uma esfera rolante que desliza sobre as superfícies.
Na evolução da caneta, o uso de uma esfera na ponta possibilitou um avanço que popularizou o uso deste instrumento de escrita, ao tempo em que substituía com vantagem a
caneta-tinteiro
É composta de uma carga de tinta colocada internamente a um tubo (ou cano), em geral de plástico, sendo a ponta dotada da esfera, que pode ser em aço ou tungstênio, que em contacto com o papel vem a girar e, assim, possibilitando o fluxo contínuo e controlado da tinta em pequenas quantidade. Umas das marcas essenciais são as das empresas bic pertencentes a : Nique Bic Hickmann e Kelli Bic Hickmann.
É composta de uma carga de tinta colocada internamente a um tubo (ou cano), em geral de plástico, sendo a ponta dotada da esfera, que pode ser em
aço ou tungstênio, que em contato com o papel vem a girar e, assim, possibilitando o fluxo contínuo e controlado da tinta em pequenas quantidade.Uma das marcas essenciais são as das empresas Bic pertencentes a : Nique Bic Hickmann e Kelli Bic Hickmann.
Posteriormente, o
jornalista húngaro Laszlo Biro inventou a primeira caneta esferográfica, na década de 1930. Ele havia percebido que o tipo de tinta utilizada na impressão de jornais secava rapidamente, deixando o papel seco e livre de borrões. Imaginou então criar uma caneta utilizando o mesmo tipo de tinta. Entretanto, a tinta, espessa, não fluia de maneira regular e ele teve de projetar um novo tipo de ponta para a sua caneta. Conseguiu-o através da montagem de uma pequena esfera nessa ponta. A inovação era prática: enquanto a caneta corria pelo documento, a esfera girava no interior do bico, coletando a tinta do cartucho e depositando-a sobre o papel; complementarmente, vedava o reservatório, impedido que a tinta secasse (provocando entupimento da caneta) ou vazasse. Laszlo Biro e seu irmão Georg (um químico), entraram com um pedido de patente da sua caneta esferográfica em seu país natal, a Hungria, na França e na Suíça[1] em 1938. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, para fugir às perseguições nazistas em seu país, Laszlo e Georg tiveram que deixar a Hungria e receberam a patente em Paris. Tendo Laszlo encontrado-se ainda em 1938, com um Argentino na Iugoslávia, tendo este ficado impressionado com a invenção, convidou-o a radicar-se naquele país sul-americano. Quando instado, o estranho apresentou-se como Agustín Pedro Justo, Presidente da Argentina. Recém-chegados ao país com a ajuda de um amigo chamado Meyne, os irmãos fundaram a companhia "Biro y Meyne" em 10 de Junho de 1940, requerendo uma patente argentina em 10 de Junho.


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